domingo, 20 de março de 2011


Eu sempre escrevi sobre os trágicos fins dos meus relacionamentos, sobre os miseráveis que me partiram o coração ao meio. E hoje estou aqui, transbordando palavras de arrependimento. Você não merece uma lágrima minha. Eu desejo que você se afunde cada vez mais, para que possa entender como é ser eu. Eu confiei a minha vida em você. Você sempre me teve em suas mãos, para usar e abusar da minha ingenuidade. E eu? Eu sempre me ferrei! Tenho tanto nojo de mim. Aliás, de mim não. Tenho nojo de você, por ser tão baixo. Eu não devia ter acreditado nas suas mentiras, eu não devia ter protegido o seu nome. Eu lutei contra mar e céu, eu me afastei de tudo e todos, eu fiz o impossível por você. E o que eu ganhei com isso? Nada. Foi perda de tempo pensar que você poderia ter um pouco de compaixão, ou pelo menos ser grato aos meus sacrifícios. Você foi como todos os outros. Um ninguém, um idiota. E assim como eles, você também mereceu um texto meu*


Thamires C 
Porque você faz assim?

Você percebe tudo. O jeito que eu te olho, o jeito diferente de conversar com você, o jeito de tocar em você. Esse é o problema. Você percebe que eu gosto de você. Mas entre perceber e não fazer nada, a uma grande diferença.
Ás vezes eu só quero não ser tão romântica. Esquecer esse tal de princípe encantado, conto de fadas, cavalo branco.
Eu só quero não querer sentir o tempo todo essa loucura insana chamada AMOR.
Ás vezes eu só quero não sentir tanta nescessidade de ser amada, de ter alguém pra apertar a minha mão bem forte quando eu sentir medo, pra coçar a ponta do meu nariz ou pra simplesmente dizer que eu sou linda todos os dias da semana.

Ás vezes eu só quero não falar de amor, e no entanto, aqui estou eu, falando nele, nele mesmo… no tal do amor

 Thamires C
É triste saber que falta alguma coisa e saber que não dá pra comprar, substituir, esquecer, implorar. Mas amor, você sabe, amor não se pede.
" É sentimos saudades de certos momentos da nossa vida e de certos momentos de pessoas que passaram por elas "

Carlos Drummond de Andrade.
E aconteceu o que eu mais temia: de uma hora para outra, você se foi...